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Na parte oriental da Anatólia, encontramos jardins, castelos, barragens e florestas.
Roteiros4 Paragem

Na parte oriental da Anatólia, encontramos jardins, castelos, barragens e florestas.

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Para os moradores da parte asiática de Istambul, o leste geralmente se refere à direção da rodovia e dos novos condomínios. Esta faixa, que se estende de Ataşehir a Sultanbeyli, e de Çekmeköy a Beykoz, abriga algumas das camadas culturais e naturais menos conhecidas da cidade. Esta rota permite descobrir essas camadas em um único dia, indo do oeste para o leste e, em seguida, para o norte. Cada uma das quatro paradas conta uma história diferente, mas todas são unidas por um elemento comum: a forma como a terra, a água e a floresta são preservadas onde a cidade se expande. O dia começa em Ataşehir, no Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit, localizado no meio de um entroncamento rodoviário. Um terreno degradado pela construção foi restaurado a partir de 1995, com o plantio de dezenas de milhares de árvores e arbustos, e a área foi transformada em um jardim botânico, aberto ao público em 2002. Caminhar entre as ilhas do jardim nas primeiras horas da manhã é a parte mais tranquila do dia. A segunda parada é o Castelo de Aydos, em Sultanbeyli. Esta fortaleza bizantina, localizada a 325 metros acima do nível do mar, era um posto de fronteira no início do século XIV, quando o Império Otomano avançava em direção a Istambul. Após escavações iniciadas em 2010, a área foi revitalizada em 2022, e os artefatos encontrados estão expostos em um pequeno museu, inaugurado em 2026. Observar o Mar de Mármara e os novos bairros da parte asiática a partir do topo do castelo permite enxergar o entroncamento rodoviário que você viu pela manhã em uma escala diferente. A terceira parada é a Barragem de Ömerli. Construída sobre o rio Riva e inaugurada em 1972, a barragem é a maior fonte de água de Istambul, de acordo com os dados da ISKI, e abastece quase toda a parte asiática. A atividade aqui é simples, mas importante: observar o lago de perto e entender de onde vem a água que sai da torneira. O dia termina em Polonezköy. Fundada em 1842 por imigrantes poloneses, a vila e o parque natural ao redor oferecem a mais longa parada da rota, ideal para uma caminhada pela floresta ao entardecer. A sequência foi cuidadosamente planejada: primeiro, um jardim cuidado, depois uma colina com história e vestígios do passado, depois a água da cidade, e, finalmente, uma floresta livre. Devido às longas distâncias entre as paradas, esta rota exige mais uma viagem do que uma caminhada. As duas primeiras paradas são facilmente acessíveis por transporte público, mas é necessário um veículo para chegar de Ömerli a Polonezköy. Use sapatos fechados e resistentes no castelo e na floresta, e esteja preparado para carrapatos e mosquitos no verão. Verifique os horários de funcionamento atualizados do jardim, do castelo e do museu nos sites oficiais antes de sair, pois um dos acessos ao jardim ou uma das ilhas pode estar fechado devido a manutenção. Duração: dia inteiro. Melhor época: de abril a junho ou de outubro a novembro; no jardim, florescem flores da primavera e do outono, na floresta as folhas mudam de cor, e o museu no Castelo de Fontes:

Ataşehir, İstanbul
Roteiros
4 Paragem
~6 h 15 min nos locais
Percurso ~41,2 km · 1 h 9 min
Total ~7 h 24 min
15 de outubro de 2026

Paragens da rota

1
Nezahat Gökyiğit Botanik Bahçesi

Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit.

~1 h 30 min aqui
Atatürk Mahallesi, Rıfat Danışman Sokak Yan Yolu, Ataşehir / İstanbul

Comece sua visita pelo acesso principal do jardim, em Ataşehir, pois essa entrada oferece a melhor sequência para explorar o espaço. Assim que passar pelo portão, você ouvirá o barulho da rodovia, que faz parte da história do local. O Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit está localizado em uma área entre as rodovias que se conectam perto das pontes Atatürk e Fatih Sultan Mehmet, na direção de Ankara, em meio a estradas principais e vias de acesso. De acordo com a história oficial do jardim, a área é composta por oito ilhas, e foi destinada a esse projeto por meio de um protocolo entre a Direção Geral de Estradas e a Fundação ANG. Ao caminhar, preste atenção nas passagens entre as ilhas, pois cada uma delas abriga um grupo diferente de plantas ou um conceito de jardim distinto. Comece pelo Centro, que concentra grande parte dos jardins temáticos. Lá, você encontrará áreas de plantio sequenciais, onde plantas naturais e cultivadas se alternam para criar padrões, designs em vasos e um canteiro que é plantado com uma combinação de cores diferente a cada ano. Como as áreas sazonais são geralmente alteradas duas vezes por ano, você poderá ver dois jardins diferentes no mesmo local, na primavera e no outono. Não tenha pressa nesta área, pare em frente a cada espaço e observe como as plantas foram dispostas. Depois do Centro, siga para a Ilha da Anatólia. Lá, você encontrará uma praça onde variedades de plantas ornamentais são exibidas ao longo dos anos, e uma área onde a mesma técnica de plantio sequencial é utilizada apenas com espécies nativas. Comparar as duas áreas ajudará você a apreciar a perspectiva de um jardineiro. Em seguida, você pode continuar pelas trilhas que levam às ilhas com nomes inspirados em Istambul, Trácia e Carvalho. Ao apreciar a aparência atual do jardim, lembre-se de sua origem. A área foi estabelecida em 1995 por Ali Nihat Gökyiğit como um parque memorial em homenagem à sua esposa, Nezahat Gökyiğit, e inicialmente foi utilizada para recuperar o solo degradado pela construção de estradas. De acordo com a história oficial, cerca de 50.000 árvores e arbustos foram plantados em uma área de 46 hectares. O propósito do local mudou posteriormente, e em 2002, foi aberto ao público, e em 2003, recebeu seu nome atual. O parque que você vê hoje era, há trinta anos, um terreno baldio. Planeje sua visita de acordo com a estação do ano. A página de galeria do jardim destaca, na primavera, espécies como o narciso, a tulipa e a crocus, e, no outono, plantas bulbosas como a crocus e a muscari. Se você visitar em outubro, incline-se para observar os canteiros e as bases das árvores em busca de crocus. O jardim também é uma instituição de pesquisa. O herbário, fundado em 2004, foi registrado internacionalmente em 2010, recebendo o código NGBB, e, de acordo com a Wikipédia, abriga cerca de 8.500 espécimes de plantas secas. As publicações da instituição sobre a flora turca também demonstram o lado científico do jardim. O herbário não é uma exposição aberta ao público; o objetivo é conhecer o trabalho que está por trás das trilhas que você percorre. Para fotografar, aproveite a luz suave da manhã e capture as áreas sazonais coloridas Para chegar à Fortaleza de Aydos a partir daqui, você deve seguir em direção ao sudeste, na direção de Sultanbeyli. Fonte: Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit, História e Jardins Demonstrativos; Wikipédia, Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit.

O Jardim Botânico Nezahat Gökyiğit é um jardim botânico localizado no cruzamento onde as autoestradas que vêm das pontes Atatürk e Fatih Sultan Mehmet se encontram com a Autoestrada Anatólica. O jardim se estende pelas áreas de terra entre as principais vias e as vias de acesso, sendo composto por oito ilhas. A área foi destinada a este projeto por meio de um protocolo entre a Direção-Geral de Estradas e o Fundo Ali Nihat Gökyiğit. Embora o endereço oficial do jardim seja em Ataşehir, ele faz fronteira com o distrito de Ümraniye e possui uma entrada para visitantes no lado de Ümraniye. A história do jardim começa em 1995, quando Ali Nihat Gökyiğit iniciou os trabalhos para criar um parque em homenagem à sua esposa, Nezahat Gökyiğit. A área, que havia sido severamente danificada pelas obras de construção da estrada, foi inicialmente recuperada e, posteriormente, foram plantadas cerca de 50.000 árvores e arbustos em uma área de 46 hectares. Em seguida, o projeto foi alterado e a área foi planejada como um jardim botânico. O jardim foi aberto ao público em 2002 e recebeu seu nome atual em 2003. O herbário, fundado em 2004, foi registrado no banco de dados internacional Index Herbariorum com o código NGBB e abriga aproximadamente 8.500 espécimes de plantas. Visitar o jardim, sabendo que ele se define não apenas como um local de passeio, mas também como um centro de pesquisa, educação e ensino, enriquece a experiência. A "Ilha Central" abriga as coleções mais importantes do jardim, incluindo uma coleção de plantas bulbosas, um jardim de rochas, uma estufa para cactos e plantas suculentas, lagoas de nenúfares e uma área com espécies resistentes à seca. No jardim de rochas, plantas de rocha que preferem ambientes secos e quentes, bem como ambientes úmidos, são cultivadas lado a lado. Em um jardim cercado, são testadas espécies como o faia, que ocorrem naturalmente na Turquia, para verificar se podem ser usadas como plantas de cerca. A "Ilha de Istambul", concluída em 2010, foi projetada para refletir a estrutura dos jardins das mansões de Istambul do século XVIII e foi aberta ao público. A ilha abriga um jardim de mansão, uma fonte de rua com relevos de íris, uma miniatura das pontes e torres do Estreito de Bósforo e um anfiteatro com capacidade para 400 pessoas. De acordo com o jardim, 2.512 táxons foram identificados na flora de Istambul, e alguns deles são plantas endêmicas que ocorrem apenas em Istambul. A coleção de plantas de Istambul na ilha foi criada para proteger essas espécies, que correm o risco de desaparecer devido à urbanização. Uma exposição na mesma ilha apresenta, por meio de fotografias, árvores que se tornaram símbolos de Istambul, como o cipreste, o choupo e a jabuticaba, juntamente com espécies raras como o castanheiro-branco e o tulipão. No palco do anfiteatro, pode-se ler a frase "Apesar do concreto, a vida natural", que é um dos lemas do jardim. A "Ilha Arbórea", inaugurada em 9 de abril de 2011, tem Nesta ilha, existe uma atividade educativa sem guia, chamada "Jogo do Diagnóstico", destinada a crianças entre 9 e 14 anos. Nesta atividade, as crianças seguem pistas para tentar identificar a qual árvore pertence uma determinada folha. A área ao lado do mini jardim de rochas foi criada em memória do botânico Faik Yaltırık. O jardim mais extenso, chamado Ilha da Anatólia, apresenta nos seus encostas setentrionais as florestas do Mar Negro, nos encostas meridionais o clima do Mediterrâneo, e na planície central, a estepe. Neste jardim de rochas da ilha, podem ser observadas espécies nativas da Turquia, como o *Galanthus nivalis*, o *Allium victorialis* e o *Muscari comosum*. Também nesta ilha, encontra-se uma representação do Monte Hasan, formada por solo vulcânico e rochas, e uma área úmida com cinco lagoas de nenúfares. Como as ilhas estão dispersas ao longo das vias do complexo, planeje sua visita começando pela entrada de Ataşehir e percorrendo as ilhas em sequência. De acordo com as regras para visitantes, apenas cães-guia são permitidos no jardim, e a entrada principal, localizada na autoestrada, não está aberta ao público. Como não há venda de alimentos, bebidas, mudas ou sementes dentro do jardim, traga sua própria água. O jardim pode ser parcialmente fechado para manutenção ou obras, portanto, verifique qual entrada está aberta e os horários de funcionamento atualizados no site oficial. Para quem utiliza transporte público, é importante indicar a entrada de Ataşehir no planejador de rotas do IBB, pois a área ao redor do complexo pode ser confusa para pedestres. O jardim oferece diferentes paisagens em cada estação: na primavera, as plantas bulbosas florescem, no verão, os nenúfares exibem sua beleza, e no outono, as cores da Ilha Arboretum são especialmente vibrantes.
2
Aydos Kalesi

Castelo de Aydos.

~1 h 30 min aqui
Mehmet Akif Mahallesi, Orman Caddesi No. 180, Sultanbeyli / İstanbul

A Fortaleza de Aydos, localizada no bairro de Mehmet Akif, em Sultanbeyli, ergue-se no topo de uma colina na encosta nordeste da montanha Aydos, coberta por florestas. De acordo com o site oficial da fortaleza, a colina está a 325 metros acima do nível do mar, a 36 quilômetros a leste do centro de Istambul e a 8 quilômetros ao norte do Mar de Mármara. Como a fortaleza está situada no topo de uma colina, é importante considerar a subida íngreme na parte final do percurso e não ter pressa. Ao chegar ao topo, pare um pouco e admire a paisagem; a razão pela qual a fortaleza foi construída aqui fica evidente. Segundo o texto da prefeitura, é possível ver grande parte do vale a partir daqui, e a fortaleza estava localizada ao longo da antiga estrada militar que ligava Üsküdar à Anatólia. O nome da fortaleza deriva da palavra grega "Aetos", que significa "águia", e este nome chegou até nós com uma pequena modificação. De acordo com o texto promocional da prefeitura, a construção da fortaleza começou entre os séculos XI e XII, e as adições posteriores deram à fortaleza a sua forma final entre os séculos XIII e XIV. A maioria dos vestígios encontrados nas escavações datam deste último período, refletindo o período de maior utilização da fortaleza. As mesmas escavações também revelaram pontas de machado e lascas de sílex da Idade do Bronze, indicando que a colina já era utilizada muito antes. Ao entrar pela porta, caminhe pela vasta área dentro das muralhas externas. A fortaleza, incluindo as suas muralhas externas, ocupa uma área de aproximadamente 26.000 metros quadrados, e as defesas são compostas por duas muralhas, uma interna e outra externa, dispostas em níveis. O site oficial da fortaleza menciona doze torres, seis internas e seis externas. Existe uma pequena diferença entre as fontes, pois a Wikipédia menciona sete torres na muralha externa. Ao se aproximar das paredes, você pode observar que as torres em forma de semicírculo são construídas com argamassa de barro, pedra local e, em alguns casos, tijolos. O ponto mais importante a ser observado no percurso é a primeira torre. A porta original da fortaleza está localizada dentro desta torre, e a sua estrutura é diferente das outras paredes, sendo construída com a técnica de parede em caixão do período bizantino. Como esta técnica é mais comum nos séculos XIII e XIV, acredita-se que a torre foi adicionada posteriormente. Parte da escada que leva à torre e os restos da plataforma utilizada pelos soldados no topo da torre ainda estão preservados em sua forma original. Em seguida, observe o sistema de abastecimento de água da fortaleza. O primeiro reservatório, localizado ao norte, foi construído com uma técnica alternada de tijolos e pedras, e tem uma capacidade de aproximadamente 300 metros cúbicos. O segundo reservatório, localizado a leste, tem um formato retangular e uma capacidade de aproximadamente 450 metros cúbicos. No nordeste, existe uma longa estrutura dividida em quatro seções; a equipe de escavação acredita que se trata de um armazém de grãos, pois foram encontrados vestígios de trigo e ervilhas carbonizados no seu interior. A história da fortaleza está intimamente ligada à passagem da maior parte da Península de Kocaeli sob o controle otomano entre 1326 e 1328. Naquela época Ao final do passeio, entre no Espaço de Divulgação e Exposição do Castelo de Aydos. De acordo com o anúncio da prefeitura, neste local são exibidos pilares, bases, fragmentos de arcos, painéis em relevo e pedras com detalhes em ferro, encontrados durante as escavações e restaurações. As peças datam dos períodos bizantino antigo e médio; também há fotos e vídeos curtos que documentam os doze anos de restauração. O museu está fechado às segundas-feiras; verifique os horários atualizados no site oficial. A partir daqui, siga para o norte, em direção a Ömerli, onde se encontra a barragem. Fonte: Prefeitura de Sultanbeyli, site de divulgação do Castelo de Aydos e anúncio do Museu de Aydos.

A Fortaleza de Aydos é uma fortaleza bizantina localizada em uma extensão do Monte Aydos, em Sultanbeyli, a 325 metros acima do nível do mar. Conhecida popularmente como "Fortaleza das Cabras", a área circundante é protegida como um sítio arqueológico de primeira categoria. De acordo com o site de promoção da prefeitura, a fortaleza está localizada a aproximadamente 36 quilômetros a leste do centro da cidade de Istambul e a cerca de 8 quilômetros ao norte do Mar de Mármara. O nome "Aydos" deriva da palavra grega "Aetos", que significa "águia", e o nome foi transmitido até os dias atuais com uma pequena modificação. Acredita-se que a construção da fortaleza tenha começado nos séculos XI ou XII, e que ela tenha recebido sua forma final nos séculos XIII e XIV, com adições posteriores. A maior parte das ruínas encontradas nas escavações datam dessa fase final, e, portanto, esses séculos são considerados o período de maior utilização da fortaleza. As mesmas escavações revelaram duas machadinhas da Idade do Bronze e inúmeros fragmentos de sílex, o que indica que o local era utilizado desde tempos muito mais antigos. Durante o período bizantino, a fortaleza serviu como um posto de controle que monitorava a rota comercial de Constantinopla para a Anatólia, e como o centro do principado de Aydos, que governava as terras circundantes. Entre 1326 e 1328, grande parte da Península de Kocaeli passou para o domínio otomano, e a fronteira entre os dois estados ficou estabelecida na linha que hoje separa Aydos e Pendik. De acordo com a história de Aşıkpaşazade, Orhan Gazi enviou Abdurrahman Gazi, Akça Koca e Konur Alp para tomar a fortaleza; as forças otomanas primeiro tomaram a fortaleza de Semendra, que hoje é Samandıra, e depois sitiaram Aydos. De acordo com um relato contado por essa mesma fonte e posteriormente recontado por muitos outros autores, a filha do príncipe jogou uma carta amarrada a uma pedra para os sitiantes, ajudando na tomada da fortaleza. Uma miniatura no "Osmanname" de 1558 retrata essa cena, mostrando a filha com seus longos cabelos trançados pendurados nas muralhas. O historiador Halil İnalcık descreveu a fortaleza como "o local onde começou a conquista de Istambul". Hoca Sadeddin Efendi, por outro lado, escreve que, após a tomada de İzmit em 1337, a fortaleza não era mais necessária e que Orhan Gazi a fez demolir. A fortaleza, que cobre uma área de aproximadamente 26.000 metros quadrados com suas paredes externas, foi construída em camadas, com uma muralha interna e uma muralha externa, para fortalecer a defesa. De acordo com a página de restauração da prefeitura, atualmente existem doze torres, seis na muralha interna e seis na muralha externa. As torres, com planta em semicírculo, são construídas com argamassa de sarja, pedra local e, em alguns casos, tijolos. A maior torre, que abriga a porta original da fortaleza e é identificada com o número 1, foi construída com uma técnica de parede diferente das demais e, portanto, acredita-se que tenha sido adicionada posteriormente. Essa técnica, conhecida como "técnica de cassete" na construção de paredes Nas escavações, além de muralhas e torres, foram descobertos portões, sistemas de água, dois reservatórios, áreas de acomodação e uma estrutura que se acredita ser um depósito de grãos. Foi medido que o reservatório ao norte tem capacidade para aproximadamente 300 metros cúbicos de água, enquanto o do leste pode armazenar cerca de 450 metros cúbicos. A estrutura longa localizada a nordeste da fortaleza continha vestígios de trigo e ervilhas carbonizados, levando à crença de que era o depósito de suprimentos da fortaleza. Também foram descobertos os restos das fundações de uma estrutura de três naves, datada do período bizantino médio, e foi determinado que o mármore utilizado veio da Ilha de Marmara. Uma boa sequência para a visita seria começar pela entrada, seguir para a grande torre, depois para o reservatório do norte e, finalmente, para os restos do depósito. Graças à sua localização dominante, é possível ver grande parte do vale a partir das muralhas; não se esqueça de olhar na direção de Marmara em dias claros. As colunas, pedras decorativas, fragmentos de arcos e painéis em relevo encontrados nas escavações e restaurações estão expostos na sala de exposição e promoção da fortaleza, ou seja, no Museu de Aydos. A sala também exibe vídeos que contam a história da fortaleza e fotografias do processo de restauração, que durou doze anos. De acordo com o anúncio da prefeitura, o museu é gratuito e fechado às segundas-feiras; verifique os horários de visita mais recentes no site oficial da fortaleza. Não se desvie das trilhas marcadas entre as ruínas e não suba nas muralhas, pois as paredes estão sob proteção arqueológica. O vento no topo da colina é mais forte do que na costa; os dias ensolarados da primavera e do outono são os mais adequados para caminhadas e fotografia. A linha de metrô M5, inaugurada em maio de 2026, conecta Sultanbeyli ao sistema ferroviário; a fortaleza pode ser alcançada de ônibus ou táxi a partir das estações de Sultanbeyli e Hasanpaşa. A Floresta de Aydos, que circunda a fortaleza, e o Monte Aydos, o ponto mais alto da Anatólia, são ótimos lugares para quem deseja prolongar a visita.
3
Ömerli Barajı

Barragem de Ömerli.

~45 min aqui

Aproxime-se da barragem de Ömerli a partir do bairro de Ömerli, em Çekmeköy. Ömerli é uma antiga aldeia, localizada às margens do lago que lhe dá o nome, e atualmente é um bairro pertencente a Çekmeköy. De acordo com a história do distrito, fornecida pela prefeitura de Çekmeköy, o nome da aldeia aparece em registros judiciais dos anos 1520. É provável que o nome derive do fato de que a terra da aldeia foi concedida a uma pessoa chamada Ömer. De acordo com um registro de população de 1832, havia cerca de cinquenta e sete famílias na aldeia naquele ano.

O que se pode fazer aqui é admirar o lago e compreender o seu significado para a cidade. A barragem está construída sobre o rio Riva, que nasce perto do distrito de Gebze, na província de Kocaeli, e desagua no Mar Negro. De acordo com a página de recursos hídricos da ISKİ (Administração de Águas e Esgotos de Istambul), a barragem foi inaugurada em 1972 e, com uma capacidade anual de 220 milhões de metros cúbicos, é a maior fonte de água de Istambul. Quase toda a parte asiática da cidade é abastecida por esta barragem. Segundo a ISKİ, a área da bacia da barragem é de 621 quilómetros quadrados. De acordo com a Wikipédia, a barragem, com estrutura de terra, tem uma altura de 52 metros acima do leito do rio e uma área de lago de aproximadamente 23 quilómetros quadrados.

Ao chegar à margem, observe a floresta que rodeia o lago. A área da bacia da barragem é uma área protegida, intencionalmente preservada de qualquer construção. A vegetação que vê é uma área protegida para garantir a pureza da água potável. O lago não é um local para nadar ou fazer piquenique, mas sim um reservatório de água potável. Por isso, não entre na água, não faça fogueiras na margem e leve o seu lixo consigo. Siga os avisos e as placas de proibição na margem.

É importante saber para onde vai a água depois de sair do lago. De acordo com os dados da ISKİ, em média, 600 milhões de metros cúbicos de água são retirados da barragem de Ömerli anualmente e enviados para as Estações de Tratamento de Água Potável de Ömerli. Este complexo, composto por quatro estações, é a maior estação de tratamento de água de Istambul, com uma capacidade diária impressionante. A primeira estação, Orhaniye, foi inaugurada em 1978. A água tratada é distribuída para os distritos da parte asiática, bem como para partes dos distritos de Fatih e Bakırköy, Zeytinburnu e para as áreas costeiras de Beşiktaş e Sarıyer. Ou seja, a água que você usa para fazer chá pela manhã provavelmente vem deste lago.

Enquanto admira o lago de longe, pense também no outro extremo do mesmo rio. O rio Riva, após passar pela barragem, flui para o norte, através das florestas, e desagua no Mar Negro no bairro de Çayağzı, em Beykoz. Não é necessário ficar muito tempo neste local; quarenta e cinco minutos são suficientes para admirar o lago e tirar fotografias. A vista do pôr do sol sobre o lago

A barragem de Ömerli é uma barragem construída no interior da região da Anatólia, sobre o rio Riva, com o objetivo de fornecer água potável. De acordo com os registros da Administração de Obras de Irrigação do Estado (DSİ), a construção começou em 1968 e foi concluída em 1972; a Istanbul Water and Sewerage Administration (ISKI) afirma que a barragem começou a operar em 1972. De acordo com informações da ISKI, a barragem é a maior fonte de água de Istambul, com uma capacidade anual de 220 milhões de metros cúbicos. Quase toda a região da Anatólia é abastecida por esta barragem, e a água é tratada nas Estações de Tratamento de Água Potável de Ömerli antes de ser distribuída para a cidade. Através das linhas de distribuição que se estendem de Salacak a Sarayburnu, até 370 mil metros cúbicos de água podem ser transferidos diariamente para a região europeia. O corpo da barragem é do tipo terra e enxurrada, e os registros da DSİ indicam uma altura de 53 metros; a Wikipédia fornece o valor de 52 metros. Em seu nível normal, o lago cobre uma área de aproximadamente 23 quilômetros quadrados e armazena cerca de 386 milhões de metros cúbicos de água. A bacia hidrográfica que alimenta a barragem tem uma área de 621 quilômetros quadrados. O rio Riva nasce perto da aldeia de Tepecik, no distrito de Gebze, na província de Kocaeli, e, após passar pela barragem, flui por vales florestais antes de desaguar no Mar Negro em Riva, em Beykoz. O lago recebeu o nome de Ömerli, a localidade que se encontra em sua margem; atualmente, Ömerli é um bairro pertencente a Çekmeköy. Ömerli foi uma aldeia pertencente a Beykoz entre 1928 e 1989, tornou-se um município em 1996 e, em 2009, seu município foi extinto, tornando-se um dos bairros de Çekmeköy. O distrito de Çekmeköy também foi fundado no mesmo ano, através da fusão dos municípios de Ömerli, Alemdağ e Taşdelen. Após a barragem, o rio Riva passa por localidades como Koçullu, Ömerli, Sırapınar e Hüseyinli, e grande parte deste trecho é coberto por florestas. A melhor maneira de visitar Ömerli é apreciá-lo como uma paisagem de lago, observando-o a partir das estradas e áreas permitidas em suas margens. Como se trata de um reservatório de água potável, o corpo da barragem, as estruturas de captação e as estações de tratamento não são áreas públicas de visitação. O rascunho do plano de proteção da bacia do lago da barragem de Ömerli, publicado pelo Ministério da Agricultura e Florestas, proíbe o descarte de qualquer tipo de resíduo no lago. De acordo com o mesmo rascunho, a pesca com redes e a criação de produtos aquáticos não são permitidas no lago, e o uso de embarcações movidas a combustível também é proibido. Atividades esportivas aquáticas, como remo e vela, só podem ser realizadas por órgãos públicos ou clubes esportivos, e apenas com a devida autorização da administração. Ao observar a paisagem da margem, preste atenção em como a vegetação nas encostas opostas muda de cor de acordo com as estações. A história da barragem é um importante capítulo da história moderna do abastecimento de água em Istambul. De acordo com a ISKI, a primeira barragem do lado asiático foi construída em 1893 pela Companhia de Água de Üsküdar-Kadıköy, no riacho Elmalı; a barragem de Ömerli, por sua vez, entrou em operação cerca de oitenta anos depois, em uma escala muito maior. Atualmente, a barragem de Ömerli é abastecida por outras fontes, como as reguladoras do projeto Yeşilçay, localizado em Şile, e a barragem de Darlık. A barragem de Darlık, que entrou em funcionamento em 1989, tem uma capacidade anual de 97 milhões de metros cúbicos, e suas águas são tratadas nas estações de tratamento de Emirli. O projeto de preservação define o nível máximo da água do lago como 62 metros acima do nível do mar, e as zonas de proteção são medidas a partir dessa linha. O lago está localizado longe do centro da cidade e não possui conexão direta por transporte ferroviário; se for de transporte público, verifique as linhas de ônibus atuais no site da İETT. Aqueles que chegam de carro podem usar as estradas costeiras que ligam as vilas e bairros, mas devem dirigir devagar nas estradas florestais e estacionar apenas nos locais permitidos. Leve água, um casaco corta-vento e sapatos confortáveis, pois não há sombra em todos os lugares na margem. Uma boa maneira de conhecer a região leste do lado asiático é combinar a visita à barragem com um passeio pelas proximidades, como a vila de Polonezköy ou o Castelo de Aydos, no mesmo dia.
4
Polonezköy

Polonezköy.

~2 h 30 min aqui
Polonezköy Mah., Beykoz

Ao chegar em Polonezköy, estacione o carro em um local adequado e passe o resto do dia caminhando. A vila está localizada nas colinas arborizadas de Beykoz, a aproximadamente 20 quilômetros da costa do Mar Negro e 15 quilômetros da costa do Bósforo, de acordo com a Wikipédia. A razão para dedicar duas horas e meia a esta última etapa é a presença da floresta. A área ao redor da vila faz parte do Parque Natural de Polonezköy, declarado pelo Ministério do Meio Ambiente e Florestas em 1994. A data de declaração do parque na lista de Áreas de Conservação e Parques Nacionais é 15 de julho de 1994.

Comece com um breve passeio pela rua principal da vila e lembre-se por que este lugar recebeu o nome de Polonezköy. A vila foi fundada em 1842, graças à iniciativa do Príncipe Adam Czartoryski, que se exilou após a Revolta Polonesa de 1830. O nome original da vila, Adampol, deriva do nome de seu fundador. Michal Czajkowski, representante de Czartoryski, adquiriu a área florestal onde a vila seria construída. De acordo com a Wikipédia, inicialmente apenas doze pessoas viviam na vila, e mesmo em seu período de maior população, o número de habitantes nunca ultrapassou dois centos e vinte. Os primeiros habitantes viviam da agricultura, pecuária e silvicultura.

Ao caminhar pela vila, procure a Casa Memorial Zofia Rizi. Esta pequena casa abriga fotografias, livros e documentos da família Ryży, além de elementos de decoração antigos. De acordo com os registros da vila, entre os visitantes de Polonezköy estiveram o compositor Franz Liszt em 1847 e o escritor Gustave Flaubert em 1850. Em 1938, os moradores da vila se tornaram cidadãos turcos, e em 1968, receberam a escritura das terras que cultivavam. Atualmente, todos os anos, no verão, é realizado um festival na vila que celebra os laços com a Polônia.

Depois de conhecer a vila, comece a caminhada na floresta. De acordo com a Wikipédia, o parque natural é o primeiro e maior parque natural de Istambul, com uma área de aproximadamente 3.004 hectares. No parque, há um percurso de aproximadamente cinco quilômetros para caminhada, ciclismo e corrida, além de torres de observação. Caminhe no seu próprio ritmo e admire a vista da floresta a partir de uma das torres de observação. Entre as árvores, você encontrará pinheiros, carvalhos, faias, castanheiros, amieiros, olmos e choupos. No outono, as folhas de castanheiros e amieiros ficam amarelas, e na primavera, o solo da floresta se renova com o verde.

Durante a caminhada, observe também os habitantes da floresta. No parque, foram registrados mamíferos como veados, javalis, esquilos e doninhas, além de aves como falcões, perdizes, corvos e corujas. Se você caminhar em silêncio, poderá ouvir mais os pássaros. Não alimente os animais e não saia do percurso.

Use roupas e equipamentos adequados. As trilhas da floresta podem ficar lamacentas após a chuva, por isso, use sapatos fechados e antiderrapantes. No verão, calças compridas e

A vila, fundada em 1842 por imigrantes poloneses, é um refúgio de fim de semana na região da Anatólia, com suas casas de madeira, culinária polonesa com pratos de carne de porco e jardins para café da manhã. A área circundante possui um parque natural com trilhas sinalizadas e áreas para piquenique. O transporte público é limitado; o acesso de carro leva cerca de meio dia.

Mapa da rota

Info da rota
CidadeAtaşehir, İstanbul
TipoRoteiros
Paragem4
Data15 de outubro de 2026
Radar TürkiyeAutorRadar TürkiyeIniciar rota