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Em Bornova: do Palácio ao Museu, da Avenida Levanten ao Campus.
Cultural5 Paragem

Em Bornova: do Palácio ao Museu, da Avenida Levanten ao Campus.

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Bornova, uma vila de verão de Izmir, tornou-se um local de residência permanente para famílias estrangeiras após a chegada da ferrovia Izmir-Kasaba em 1866. Famílias, muitas delas de origem inglesa, enriquecidas pelo comércio, construíram grandes casas com jardins amplos ao norte da ferrovia. Os jardins foram projetados de acordo com o estilo inglês, e os revestimentos das salas foram importados da Inglaterra. Os vestígios dessa vida, que se estendia da loja em Konak até os jardins de Bornova, ainda podem ser vistos hoje ao longo da Avenida Mustafa Kemal e da Avenida Gençlik, dentro e ao redor do campus da Universidade de Ege. Este percurso não é uma aula de história, mas sim um passeio agradável que ocupa uma tarde. Começa deliberadamente do oeste para o leste, da rua para o campus e, finalmente, para o parque. Ao sair da estação de metrô de Bornova e chegar à Avenida Mustafa Kemal, a primeira parada é a maior mansão estrangeira de Izmir, a Paterson. Embora esteja em restauração há muito tempo, a estrutura pode ser admirada de fora, sendo a parada mais breve do percurso. Seguindo a avenida para o leste, chega-se à Mansão Mattheys, localizada na Avenida Gençlik, que abriga o Arkas Sanat Bornova. Aqui, os tapetes da Anatólia dos séculos XVI a XIX e o mini campo de golfe no jardim da mansão são os pontos de maior interesse. A poucos metros de distância, em frente à igreja anglicana e ao lado da Mansão Murat, encontra-se a Mansão La Fontaine, que a Universidade de Ege transformou em museu. Neste percurso, você terá a oportunidade de ver as três mansões sob a mesma luz. Ao entrar pelo portão do campus, chega-se ao Sirkehane, o Museu Etnográfico da Universidade de Ege. Aqui, em vez dos objetos dos proprietários das mansões, são exibidas as roupas, os instrumentos musicais e os costumes de casamento das pessoas que trabalhavam nas mansões e viviam nas aldeias vizinhas. Neste ponto, o tema arquitetônico do percurso é equilibrado pela cultura popular. A última parada é a Área de Recreação Aşık Veysel, um local ideal para sentar e relaxar no final do dia, para deixar as crianças correrem ou, durante o verão, para assistir a um concerto no teatro ao ar livre. O percurso total tem cerca de quatro quilômetros e é quase todo plano, graças à planície de Bornova. No entanto, há duas observações importantes. O Sirkehane está fechado nos fins de semana, e a exposição de tapetes está fechada às segundas-feiras, portanto, o ideal é fazer o percurso de terça a sexta-feira. Além disso, verifique os horários e os preços atualizados dos museus nos sites oficiais antes de sair. Em segundo lugar, a restauração da Mansão Paterson está em andamento há anos, portanto, é importante verificar com antecedência se é possível entrar. Neste percurso, a mansão é vista apenas do exterior. As regras para fotografar as exposições e os museus estão escritas na entrada. A melhor luz para fotografar as fachadas das mansões é durante a tarde, pois as fachadas da Avenida Mustafa Kemal estão voltadas para o sul. Leve água e use sapatos confortáveis. Para o retorno, a estação de metrô da Universidade de Ege fica dentro do campus, enquanto a estação de Bornova fica a uma curta distância a pé do parque. Transporte: Desça na estação Bornova da linha M1 do metrô de Izmir e caminhe em direção ao norte até chegar à Avenida Mustafa Kemal. No sentido de retorno, a estação da Universidade de Ege está localizada dentro do campus. Para chegar ao Palácio Mattheys e ao portão da Universidade de Ege, utilize os ônibus 330, 365, 298, 515 e 559 da ESHOT, com parada no ponto "Rektörlük". Não é necessário utilizar veículo próprio.

Fontes:

Bornova, İzmir
Cultural
5 Paragem
~4 h 30 min nos locais
A pé ~2,6 km · 43 min
Total ~5 h 13 min
15 de outubro de 2026

Paragens da rota

1
Paterson Köşkü

Palácio Paterson.

~30 min aqui
Mustafa Kemal Caddesi, Bornova / İzmir

Comece a rota saindo da estação de metrô de Bornova e caminhando em direção ao norte, pela Mustafa Kemal Caddesi. Ao longo da avenida, você verá vários casarões com altos muros. O Palácio Paterson é o maior deles, e atrás do muro, encontra-se um jardim com mais de 25 mil metros quadrados. A construção do palácio começou em 1859, por John Paterson, um comerciante vindo de Leith, na Escócia. A família se dedicava ao comércio de grãos, à exportação de produtos agrícolas e à mineração de cromo. Os quartos eram decorados com lareiras e móveis trazidos da Inglaterra, e diz-se que havia cerca de sessenta funcionários trabalhando na casa. A estrutura possuía 38 quartos, e a maior parte dos materiais foi importada da Europa continental e da Inglaterra. A fachada foi modificada sete vezes pelos proprietários. Na época, o jardim tinha 133 hectares, abrigando cavalos de corrida, animais de fazenda, estufas e áreas de cultivo. Atualmente, a área do palácio é de 25.400 metros quadrados, o que representa menos de um quinto da área original. Esses números ajudam a entender o quão pequena é a parte que você vê ao caminhar ao longo do muro. O palácio está em constante restauração, por isso, observe-o de fora. Ao olhar pela porta, você notará um edifício de três andares com uma torre e a estrutura principal. As obras, iniciadas no final de 2016, começaram com a restauração do edifício da torre e de seu interior, incluindo um banho turco, enquanto a reconstrução da estrutura principal foi adiada. Na primeira fase da obra, grande parte das áreas adicionadas posteriormente e que não faziam parte da estrutura original foram removidas. Escavações no jardim revelaram três edifícios anexos, duas fontes decorativas e um reservatório, que foram incorporados ao projeto. Como a restauração já foi adiada várias vezes, é recomendável verificar se é possível entrar. Mesmo que esteja fechado, a fachada e o muro do jardim já valem a visita. Ao caminhar pela rua, lembre-se da história do palácio. O palácio foi usado como residência até 1960, e nos anos seguintes, passou por diversas mudanças de uso, servindo como escritório, alojamento e fábrica. As diferentes camadas na fachada refletem essas transformações. A família se mudou para a Inglaterra em 1963, e o palácio serviu como escritório para o pessoal da OTAN por cerca de cinco anos. Em 1973, algumas partes foram demolidas para dar lugar a uma fábrica de tapetes. Em 1978, foi decidido expropriar o local, e em 1986, um incêndio destruiu grande parte da fachada principal. Em 1991, o Ministério da Cultura e do Turismo iniciou a primeira restauração. Na mesma época, com a aprovação do Conselho Superior de Preservação, a prefeitura municipal realizou uma revitalização da área ao redor do palácio, abrangendo 54 mil metros quadrados. Em 2017, o Ministério cedeu o direito de uso do local por quarenta e nove anos para a Prefeitura Metropolitana de Izmir, e as obras atuais estão sendo realizadas com base nesse acordo. Para fotografar, o melhor horário é no final da tarde, quando o sol está no sul. Pela manhã, a fachada fica na sombra. Ao caminhar ao longo do muro e passar A maioria das outras paredes de jardins que você vê ao longo do caminho também pertencem a casarões da mesma época, e é assim que se percebe a atmosfera cosmopolita de Bornova, observando os detalhes da rua. Fonte: Wikipédia, Casarão Paterson; BirGün, Restauração do Casarão Paterson.

A Mansão Paterson, localizada na Mustafa Kemal Caddesi, uma das principais vias de Bornova, é considerada a maior das mansões do tipo em Izmir. A construção da mansão foi iniciada em 1859 por John Paterson, um comerciante escocês conhecido pelo comércio de grãos. Algumas fontes o descrevem como um comerciante que veio de Leith, na Escócia, para Izmir, onde se dedicava à mineração de cromo e à exportação de produtos agrícolas. Naquela época, Bornova era um refúgio de verão para famílias de origem europeia; com a chegada da ferrovia Izmir-Kasaba em 1866, a região se tornou um local de residência permanente para essas famílias. A Mansão Paterson é um exemplo notável desse período, localizada ao norte da ferrovia, em uma área onde diversas mansões com amplos jardins foram construídas. A mansão possui dois andares e trinta e oito quartos. Com aproximadamente dois mil metros quadrados, é um dos maiores edifícios de arquitetura civil em Izmir. Grande parte dos materiais de construção foram importados da Europa Continental e da Inglaterra, incluindo lareiras e móveis. A fachada da mansão foi alterada sete vezes ao longo do tempo, portanto, a fachada que vemos hoje é o resultado de diversas adições e modificações. Na época de sua construção, a mansão estava cercada por um muro e situada em um terreno de aproximadamente 103 acres. O terreno abrigava cavalos de corrida, fazendas de animais, estufas e áreas agrícolas; estima-se que a casa tivesse cerca de sessenta funcionários. Atualmente, a área que circunda a mansão possui 25.400 metros quadrados. A família Paterson utilizou a mansão como residência por muitos anos, emigrando para a Inglaterra em 1963. Posteriormente, a mansão serviu como escritório para o pessoal da OTAN por aproximadamente cinco anos. Em 1973, algumas partes foram demolidas para dar lugar a uma fábrica de tapetes, e em 1978, foi tomada uma decisão de desapropriação do imóvel. Em 1986, um incêndio causou grandes danos à parte principal da entrada e destruiu completamente a ala oeste. O Ministério iniciou uma restauração no início da década de 1990, mas o trabalho não foi concluído. Na época, foi realizado um projeto de paisagismo na área ao redor da mansão, com a aprovação do conselho de proteção do patrimônio. A Prefeitura Metropolitana de Izmir elaborou os projetos de levantamento, restauração e recuperação da mansão no final de 2010. Após a assinatura de um protocolo com o Ministério da Cultura e Turismo em fevereiro de 2016, a restauração foi iniciada no mesmo ano, em junho. De acordo com a Wikipédia, em 2017, o Ministério alugou a mansão para a prefeitura por um período de quarenta e nove anos. Durante os trabalhos de restauração, grande parte das adições não originais foram removidas, e a restauração do edifício com torres foi amplamente concluída; o banho do edifício com torres também foi renovado. As escavações arqueológicas realizadas no jardim revelaram três edifícios anexos, dois tanques decorativos com fontes e um reservatório de água. Como o jardim faz parte de uma área de proteção ambiental, o projeto de paisagismo foi aprovado tanto pelo conselho de proteção do patrimônio quanto pelo ministério competente. A restauração É possível ter uma boa noção das dimensões do edifício com sua torre e da estrutura principal, observando-o através das árvores e dos painéis ao redor. Na frente da fachada, o sistema de fontes, visível em fotografias antigas, demonstra como o casarão foi projetado em conjunto com o jardim. Para fotografar, a luz da manhã é mais adequada, pois as árvores do lado da rua podem projetar sombras na fachada à tarde. A disponibilidade para visitar o casarão varia de acordo com o andamento da restauração, portanto, verifique as informações mais recentes nos comunicados da Prefeitura Metropolitana de Izmir. A maneira mais fácil de chegar ao casarão é utilizando o metrô de Izmir; as estações Bornova e Ege Üniversitesi da linha M1 estão próximas ao centro da cidade e ao campus universitário. Também há linhas de ônibus ESHOT que circulam pela Mustafa Kemal Caddesi. Próximo ao casarão, a uma curta distância a pé, estão o Arkas Sanat Bornova, localizado no casarão Mattheys, o casarão La Fontaine no campus da Universidade Ege e o museu de etnografia em Sirkehane. A noroeste do casarão, a poucos metros de distância, começa a área de lazer Aşık Veysel, tornando fácil finalizar a visita ao casarão com um passeio pelo parque. O casarão Paterson é um excelente ponto de partida para compreender o patrimônio histórico de Bornova, pois demonstra de forma mais clara a escala da vida levantina na região.
2
Arkas Sanat Bornova (Mattheys Köşkü)

Arkas Sanat, filial em Bornova (Palácio Mattheys).

~1 h 15 min aqui
Erzene Mahallesi, Gençlik Caddesi No:15, 35040 Bornova / İzmir

A porta de pedra com arco na Avenida da Juventude o recebe; os bancos de pedra em ambos os lados são os tradicionais locais de descanso das residências de Bornova, e são uma das partes mais antigas da propriedade, voltadas para o jardim. Na primavera, a trepadeira roxa cobre o arco da porta, e se você chegar cedo, poderá apreciar tanto as flores quanto o jardim vazio. Acredita-se que a Mansão Mattheys tenha sido construída em 1780; algumas fontes indicam 1860, pois a mansão passou por uma grande reforma em meados do século XIX. Por muito tempo, foi conhecida como a Casa Wood-Paterson; a propriedade, que John Maltas transformou em uma casa de campo, passou para sua filha, Eugenie Wood, em 1840. Eugenie, por sua vez, teve uma filha, Hortense Wood, que era pintora, poeta e compositora. Ela teve aulas de piano com Franz Liszt e, em 16 de setembro de 1922, recebeu Mustafa Kemal Paşa nesta casa. Na época, entre os convidados estavam os generais Fevzi, İsmet e Asım, além de Halide Edip. Conta-se que, durante a visita, Hortense jogou xadrez com seu sobrinho, Fernand de Cramer. Também se diz que Liszt tocou o piano na sala chamada "Sala do Cairo" da mansão. Tony Mattheys, que deu o nome à mansão, era o pai de Renee Steinbüchel e Sonia Whittall, os proprietários seguintes. Em 2018, a propriedade foi adquirida pelos filhos deles e iniciou-se a sua restauração. Graças à parede do jardim feita de pedras e ao arco da porta, a mansão é uma das poucas residências de Bornova que sobreviveram até os anos 2000. Compre seu ingresso e comece explorando o jardim. As residências de Bornova tinham uma entrada chamada "porta de prestígio", e o jardim era tão importante quanto a própria casa. Os ciprestes são os símbolos deste jardim. No jardim, foi criado um mini campo de golfe com nove buracos em homenagem ao Bornova Golf Club, que fechou em 1970. Cada buraco apresenta uma miniatura de uma residência de Bornova, criada pela artista de cerâmica Verda Sipahi, e um símbolo que representa essa residência. Você também encontrará uma miniatura da Mansão Paterson, que você acabou de ver do lado de fora, então terá a oportunidade de ver o interior neste primeiro ponto. O símbolo do buraco de Mattheys é, naturalmente, o arco da porta. No interior, há 16 tapetes da Anatólia, datados dos séculos XVI a XIX, selecionados da Coleção de Tapetes Arkas, que estão distribuídos em dez salas de exposição. Essas peças, tecidas no oeste e centro da Anatólia, são resultado de mais de trinta anos de coleção. Explore as salas em sequência; os moldes de gesso e os altos tetos merecem tanto a sua atenção quanto os próprios tapetes. A restauração, realizada entre 2018 e 2023, recuperou esses detalhes. Uma sala é dedicada a um tear, fios e ferramentas; dedique mais tempo a esta sala do que aos tapetes, se quiser entender a tradição da tecelagem. Em outra parede, há um painel com 18 desenhos de tapetes, criados para a Oriental Carpet Manufacturers. Na sala de exposições, há um breve documentário sobre Ao sair, vire à direita na Avenida da Juventude e caminhe por alguns metros. Quando chegar em frente à igreja anglicana, terá chegado ao Palácio La Fontaine. Fonte: Wikipédia, Palácio Mattheys; Visit İzmir, Arkas Sanat Bornova.

O Arkas Sanat Bornova é um centro de arte e exposições localizado no Mattheys Köşkü, uma das mais antigas casas do estilo levantino em Bornova. O casarão, também conhecido como Mates Köşkü, Steinbuchel Evi e Wood-Paterson Evi, teria sido construído por volta de 1780, embora algumas fontes indiquem 1860. De acordo com o arquiteto responsável pela restauração, o casarão foi expandido ao longo de diferentes períodos e sofreu uma grande transformação em meados do século XIX, o que pode explicar a data posterior. Em sua forma original, era uma estrutura simples, com planta quadrada. A história do casarão reflete a história entrelaçada das famílias levantinas de Bornova. John Maltas adquiriu o casarão da família Paterson e o transformou em uma residência de verão. Em 1840, o casarão foi herdado por sua filha, Eugenie Wood. Eugenie era casada com Charles Wood, diretor do Hospital Inglês em Izmir, e tiveram sete filhos. Uma de suas filhas, Hortense Wood, pintora, poeta e compositora, viveu no casarão até sua morte em 1924. Conta-se que Hortense teve aulas de piano com Franz Liszt, e que Liszt tocou piano em um dos salões do casarão, chamado "Sala do Cairo". Hortense recebeu muitos convidados ilustres em sua casa e fotografou muitos deles. Uma data marcante na história do casarão é 16 de setembro de 1922, quando Mustafa Kemal Paşa, acompanhado de seus comandantes e da escritora Halide Edip, visitou o casarão e conheceu Hortense Wood, que tinha setenta e oito anos. Durante a visita, Hortense jogou xadrez com seu sobrinho, Fernand de Cramer. Posteriormente, o casarão passou para Renee Steinbüchel e Sonia Whittall, e recebeu o nome de seu pai, Tony Mattheys. Graças às paredes do jardim construídas com pedras e ao portão de entrada em arco, o casarão é um dos poucos exemplos de casas do estilo levantino que sobreviveram até os anos 2000. Em 2018, o casarão foi adquirido pelo grupo Arkas e, após uma restauração de cinco anos, foi aberto ao público em 2023. No jardim, foi criado um campo de mini golfe com nove buracos, em homenagem ao Bornova Golf Club, que fechou em 1970. Cada buraco apresenta uma miniatura de um casarão de Bornova, criada pela artista plástica Verda Sipahi, e um símbolo que representa aquele casarão. Essas pequenas miniaturas são uma forma interessante de ver, em um único jardim, casarões que não existem mais ou que foram transformados para outros fins. No interior do casarão, é exibida uma seleção da Coleção de Tapetes Arkas. A coleção, reunida ao longo de mais de trinta anos, inclui tapetes anatolianos clássicos, tapetes tribais, tapetes de palácio otomanos e tapeçarias europeias. Em Bornova, são encontrados principalmente tapetes tecidos entre os séculos XVI e XIX, principalmente na região oeste e central da Anatólia. A área de visitação inclui dez salas de exposição, uma sala que exibe teares e ferramentas para a produção de fios, uma seção que apresenta painéis com desenhos de tapetes e uma sala de projeção onde é exib Durante os meses de primavera, a fachada da porta em arco é coberta por cachos de glicínias roxas, tornando este o período ideal para fotografar o local. De acordo com o site oficial, o centro está fechado às segundas-feiras e é gratuito para todos os visitantes às terças-feiras; verifique os horários e informações sobre ingressos atualizadas no mesmo site. O centro também está fechado durante o primeiro dia do Eid al-Fitr (Festa do Sacrifício) e nos dois primeiros dias do Eid al-Adha (Festa do Sacrifício). É possível chegar ao centro de ônibus ESHOT que passam pela estação da Reitoria; também é possível chegar a pé a partir da estação Bornova da linha M1 do metrô de Izmir. O Chalé La Fontaine, localizado no campus da Universidade do Ege, e o museu de etnografia em Sirkehane ficam a poucos minutos a pé. O Chalé Paterson, localizado na Mustafa Kemal Caddesi, também pode ser visitado durante o mesmo passeio. O centro de Bornova, um espaço separado do Arkas Sanat Alsancak, permite apreciar a arte dos tapetes em ambientes de uma casa histórica.
3
La Fontaine Köşkü

Chalé La Fontaine.

~45 min aqui

Leia sobre a Mansão La Fontaine juntamente com suas duas vizinhas: a igreja anglicana, em frente, e a Mansão Murat, construída pela família inglesa Edwards em 1880. Essas três construções eram o centro do bairro onde viviam os "Levantinos" de Bornova, e um pouco mais adiante, a "Grande Casa", que hoje abriga a reitoria da Universidade do Ege, também pertencia a essas mesmas famílias. O primeiro proprietário da mansão, registrado nos documentos, foi James La Fontaine, neto de Charlton Whittall, que adquiriu a Grande Casa em 1836. De acordo com os registros da Universidade do Ege, a família La Fontaine era uma família inglesa de origem suíça, e a mansão esteve em sua posse no início do século XX. A igreja anglicana em frente se chama Igreja de Santa Maria Madalena. A Grande Casa, por sua vez, foi construída no início do século XVIII como um mosteiro para freiras holandesas; em 1948, foi transferida para o Tesouro e, atualmente, abriga a reitoria, com novas construções adicionadas em ambos os lados. Sua data de construção e arquiteto são desconhecidos; essa incerteza também diz algo sobre a mansão, pois, como muitas mansões em Bornova, é uma casa que foi expandida ao longo do tempo. Comece observando a fachada a partir da calçada oposta. O edifício é composto por um porão e dois andares, com os dois andares claramente distintos, e o segundo andar possui uma varanda de ferro fundido voltada para a rua principal. A entrada principal é destacada por um arco, e a fachada é mantida simples; ao compará-la com a Mansão Murat ao lado, você percebe os dois estilos diferentes do mesmo bairro. Fotografe o trabalho em ferro da varanda sob a luz da tarde; pela manhã, a fachada fica sombreada. A história de propriedade da mansão é breve, mas resume o século XX de Bornova. Após a morte de James La Fontaine, a casa passou para sua esposa, Clara, e seus filhos. Em 1941, a sobrinha de Clara, Ruby Gladys Whittall, comprou a propriedade da família. Em 1963, a Universidade do Ege a adquiriu para fins de construção. Até 1975, a universidade utilizou o local para obras. Posteriormente, foi utilizada, alternadamente, pela Escola para Cegos, pela gendarmeria e por unidades de artilharia, e pelo Instituto de Saúde Pública. Em 1996, foi novamente transferida para a universidade, e por um tempo, abrigou o Instituto de Ciências Sociais e a Faculdade de Educação. Desde a restauração de 2010, funciona como o Centro de Aplicação e Pesquisa e Museu de Princípios Ataturk e História da Revolução da Universidade do Ege. Ao entrar, não procure pelos ornamentos originais; muitos dos afrescos, relevos em gesso e decorações de teto desapareceram com o tempo, e o interior que você vê hoje é uma mansão adaptada para fins de museu. Os dias de visita do museu podem depender do calendário acadêmico da universidade; verifique se está aberto no site do centro antes de ir; caso esteja fechado, a fachada, a varanda e o jardim ainda valem a visita. Além de contar a história da mansão, vale lembrar que a Universidade do Ege restaurou fielmente oito mansões em Bornova e as A Casa com Poço, que antigamente fazia parte da propriedade Whittall, foi, em um período, a sede do clube da comunidade inglesa em Bornova. Atualmente, é um centro de pesquisa dedicado a estudos sobre mulheres. Para seguir para o próximo ponto, entre pelo portão do campus e siga as vias do campus em direção ao sudoeste; o edifício de pedra e tijolo do Sirkehane aparecerá em cerca de dez minutos, no meio da área verde. Fonte: Wikipédia, Chalé La Fontaine; Visit İzmir, Chalé La Fontaine; Chalés da Universidade de Ege.

A Villa La Fontaine, localizada em Bornova, é uma das vilas de estilo levantino utilizadas pela Universidade do Ege e, atualmente, abriga o Centro de Aplicação e Pesquisa dos Princípios e da História da Revolução de Atatürk da universidade, bem como seu museu. A villa está situada em frente à Igreja de Santa Maria Madalena e ao lado da Villa Murat. Juntas, essas três construções formam um dos exemplos mais bem preservados do núcleo levantino de Bornova. A data de construção e o arquiteto da villa são desconhecidos. A Universidade do Ege a descreve como a antiga residência da família inglesa de origem suíça, La Fontaine, no início do século XX. O proprietário mais antigo registrado é James La Fontaine, filho de Blanche Magdalene Whittall, neta de Charlton Whittall, que adquiriu a "Grande Casa" em Bornova em 1836. Assim, a villa faz parte da rede familiar de uma das famílias levantinas mais tradicionais de Bornova. Após a morte de James La Fontaine, a villa, juntamente com a construção vizinha, conhecida como "Casa com Poço" e que hoje é um centro universitário, passou para sua esposa, Clara Lillian La Fontaine, e para seus filhos. Em 1941, a sobrinha de Clara, Ruby Gladys Whittall, adquiriu a villa da família. A Universidade do Ege a comprou em 1963 devido à necessidade de espaço. Ao longo dos anos, a villa abrigou diversas instituições. Até 1975, foi utilizada pela unidade de obras e serviços da universidade. Posteriormente, foi temporariamente destinada à Escola para Cegos, a um batalhão da gendarmeria e a comandos de brigadas de artilharia, bem como a uma instituição de saúde pública. Em 1996, a universidade reassumiu a propriedade. Entre 1996 e 2001, o Instituto de Ciências Sociais e a Presidência dos Princípios e da História da Revolução estiveram instalados ali, e entre 2001 e 2009, a Faculdade de Educação. Após a restauração em 2010, a villa começou a ser utilizada como centro e museu, com a função que possui atualmente. O edifício é composto por um porão e dois andares, com uma clara distinção entre os dois andares na fachada. O segundo andar possui uma varanda de ferro fundido voltada para a rua principal, sendo essa varanda e as grades de ferro fundido o detalhe mais característico da villa. A entrada principal é destacada por um arco. A fachada é simples e discreta, transmitindo uma impressão de casa levantina contida, em comparação com as vilas mais ornamentadas de Bornova. Grande parte da decoração interior original, como afrescos, detalhes em gesso e tetos em relevo, se perdeu com o tempo, portanto, não há informações precisas sobre a decoração original. Ao visitar a villa, observe primeiro a fachada a partir da calçada oposta à rua; a varanda, o arco da entrada e a disposição das janelas são melhor apreciados daqui. Em seguida, observe a Villa Murat ao lado e o edifício histórico em frente para ter uma ideia de como era essa área como um bairro levantino. Como o museu é uma unidade da universidade, os horários de visitação do interior podem variar; as informações mais recentes devem ser obtidas na Universidade do Ege. Para fotografar a fachada, a luz da manhã é mais adequada, pois à tarde as sombras das árvores cobrem a A Mansão Mattheys, que abriga o Arkas Sanat Bornova, e o Museu de Etnografia da Universidade de Ege, localizado em Sirkehane, podem ser facilmente visitados no mesmo passeio. Outras mansões restauradas pela universidade, como a Grande Casa, que abriga a reitoria, e a Mansão Murat, também estão localizadas nas proximidades. De acordo com a Universidade de Ege, a Mansão Murat foi construída em 1880 por um membro da família inglesa Edwards e, desde a sua restauração em 2005, tem servido como espaço para projetos comunitários e clubes de estudantes da universidade. A universidade afirma ter restaurado um total de oito mansões em Bornova, preservando ao máximo a sua arquitetura original. A Grande Casa, adquirida por Charlton Whittall no início do século XIX, foi transferida para o governo em 1948 e atualmente é utilizada como edifício administrativo da reitoria. No roteiro das mansões de Bornova, a Mansão La Fontaine é um dos exemplos mais claros de como as casas de estilo levantino foram transformadas em edifícios públicos durante o período da República.
4
Ege Üniversitesi Etnografya Müzesi (Sirkehane)

Museu Etnográfico da Universidade Ege (Sirkehane).

~1 h aqui
Ege Üniversitesi Kampüsü, Bornova / İzmir

O edifício, que recebeu o nome de "Sirkehane" a partir da década de 1960, era utilizado pela Faculdade de Agronomia, cujo Departamento de Tecnologia de Alimentos e Fermentação produzia vinagre e conservas na parte traseira do prédio, enquanto a parte da frente servia como alojamento. A construção foi realizada entre o final do século XIX e o início do século XX, e, apesar de extensas pesquisas, não foram encontradas informações sobre seus primeiros proprietários. Em 1943, o edifício passou para o controle do Tesouro e, em 1990, foi transferido para a Universidade de Ege através de um acordo. O edifício foi utilizado como residência até a década de 1990; de acordo com os registros da universidade, um projeto de restauração estava planejado para ser iniciado em 2007. Grande parte do edifício estava em ruínas quando foi restaurado, sendo concluído em 22 de junho de 2010. Em novembro do mesmo ano, recebeu o status de museu especial com a aprovação do Ministério da Cultura. Após a conclusão da restauração, o edifício foi inaugurado como o Museu de Vestuário dos Balcãs e da Anatólia da Universidade de Ege. O nome atual, Museu de Etnografia, foi atribuído após essa aprovação. A referência a vestuário no nome original ainda reflete o núcleo da coleção; dos 2.499 objetos expostos, 2.100 são peças de vestuário. A fachada de pedra e tijolo, juntamente com o jardim, proporcionam um contraste agradável após as fachadas ornamentadas das mansões levantinas, lembrando uma casa de campo no meio do campus. É importante verificar as informações atualizadas sobre os dias de visita, horários e condições de entrada no site do museu da universidade antes de se deslocar. No interior, são exibidos 2.100 trajes tradicionais de países dos Balcãs e do mundo turco, juntamente com 110 instrumentos musicais folclóricos, joias, acessórios, armas, baús e armários, totalizando 2.499 objetos. A visita pode começar pela seção de vestuário, onde é possível observar as diferenças entre os trajes de diferentes regiões, o que narra, sem mapas, as rotas de migração dos Balcãs para o Ege. Em seguida, é recomendável visitar as vitrines com instrumentos musicais, que exibem 110 peças, desde instrumentos de corda até instrumentos de percussão, que são materiais importantes para o estudo de danças e músicas folclóricas, e que foram a razão original para a criação do museu. A terceira seção é a casa de casamento, que é o local onde a maioria dos visitantes passa mais tempo. Em um ambiente que remete a uma casa tradicional de Izmir, são recriadas as tradições de casamento do século XIX, com áreas dedicadas à noite de henna, à exposição do enxoval, aos preparativos para o banquete de casamento e à escrita do enxoval. No mesmo andar, são recriados ateliês de carpintaria, calçados, cobre e alfaiataria, que representam as profissões dos artesãos que produziam as portas, os sapatos e as cortinas das mansões que foram visitadas anteriormente, conectando assim as duas partes do percurso. De acordo com a descrição do museu, esses ateliês foram recriados com o objetivo de preservar a continuidade das profissões tradicionais. Uma Uma das residências restauradas pela universidade, construída pela família francesa Pandespanian em 1880, funciona como um café-restaurante para estudantes e funcionários. Para saber onde fica, pergunte aos funcionários do campus. O edifício do museu é conhecido principalmente como "Sirkehane", e usar esse nome ao pedir informações no campus facilitará a sua orientação. Para chegar ao último ponto, saia pelo portão oeste do campus e siga em direção à estação de Bornova. Leva cerca de vinte minutos para chegar à entrada da área de lazer Aşık Veysel; se estiver cansado, você também pode se aproximar pegando os ônibus que partem da estação da Reitoria.

Fontes: Universidade de Ege, Museu de Etnografia; Visit İzmir, Sirkehane; Residências da Universidade de Ege.

O Museu Etnográfico da Universidade Ege está localizado no campus da universidade, em Bornova, em um edifício histórico conhecido como "Sirkehane". O edifício foi construído entre o final do século XIX e o início do século XX; apesar de extensas pesquisas sobre seus primeiros proprietários, nenhuma informação foi encontrada. Em 1943, o edifício foi transferido para o Tesouro. Nas décadas de 1960, a parte traseira do edifício foi utilizada pela Faculdade de Agronomia, especificamente pelo departamento de Tecnologia de Alimentos e Fermentação, como local de produção de vinagre e conservas, enquanto a parte da frente serviu como alojamento. O nome "Sirkehane" (Casa do Vinagre) remonta a esse período. Em 1990, o edifício foi transferido do Tesouro para a Universidade Ege por meio de troca e, até a década de 1990, foi utilizado como residência. Grande parte do edifício havia sido demolida ao longo dos anos, e a universidade o reconstruiu fielmente à sua forma original na década de 2000. A restauração foi concluída em 22 de junho de 2010, e o edifício foi inicialmente inaugurado como o Museu dos Trajes dos Balcãs e da Anatólia da Universidade Ege. Após um pedido ao Ministério da Cultura, em novembro do mesmo ano, o museu recebeu o status de museu especial e foi renomeado como Museu Etnográfico da Universidade Ege. De acordo com o Visit İzmir, este é o primeiro museu na Turquia a ser inaugurado em parceria entre uma universidade e o Ministério da Cultura. A fachada, que combina pedra e tijolo, destaca-se entre os edifícios modernos da faculdade no campus. A base do museu foi uma pesquisa de campo iniciada em 2004. Uma equipe de aproximadamente vinte pessoas, pertencente ao Departamento de Jogos Folclóricos da Academia de Música Turca do Estado, afiliada à universidade, coletou instrumentos musicais folclóricos, jogos folclóricos, trajes e música da Anatólia e dos Balcãs. A pesquisa envolveu a consulta a mais de duzentos pesquisadores e mais de novecentos especialistas em quatorze países dos Balcãs. As informações coletadas foram arquivadas em mais de vinte mil fotografias e mais de duzentas horas de gravações em vídeo. De acordo com o site oficial da universidade, o museu exibe dois mil e cento e noventa peças de vestuário tradicional dos países dos Balcãs e do mundo turco, cento e dez instrumentos musicais folclóricos, além de joias, acessórios, armas, baús e armários, totalizando dois mil e quarenta e nove itens. A página em inglês do museu lista um número maior de itens expostos, portanto, é razoável considerar os números como aproximados. A coleção continua a crescer por meio de doações; em 2023, quase trezentos novos itens, como tapetes, kilims, instrumentos musicais e utensílios de cobre, foram adicionados ao inventário. A seção mais popular do museu é a casa de casamento. Aqui, as tradições nupciais do século XIX, como a noite de henna, a exposição do enxoval, a preparação do banquete de casamento e a escrita do enxoval, são recriadas em um ambiente que remete a uma antiga casa de Izmir. Em uma seção separada, são recriados ateliês de ofícios que estão desaparecendo O museu possui uma sala de exposições temporárias, bem como um salão de reuniões utilizado para palestras, painéis e apresentações musicais. O jardim é decorado com ferramentas agrícolas antigas e possui uma pequena cafeteria. O museu está aberto apenas durante a semana; verifique os horários de visita e as condições de entrada no site oficial da universidade. Também são organizados workshops e programas de orientação para grupos escolares. No âmbito do projeto "Oficinas de Cultura Regional", foi realizada uma colaboração com uma escola primária em Izmir, e foram apresentadas roupas tradicionais para duzentos alunos. O museu também promoveu apresentações musicais no âmbito do projeto "Histórias da Anatólia e Canções Populares", onde canções populares de diferentes regiões são apresentadas juntamente com suas histórias. A maneira mais fácil de chegar ao museu é através da estação da linha M1 do metrô de Izmir, a estação da Universidade Ege; a estação está localizada dentro do campus. Devido à extensão do campus, é recomendável seguir as placas de sinalização na entrada ou perguntar aos seguranças para economizar tempo. O Pavilhão La Fontaine está localizado nas proximidades, assim como o Arkas Sanat Bornova, na Mustafa Kemal Caddesi, e o Pavilhão Paterson, a uma curta caminhada. Após visitar os pavilhões de Bornova, vale a pena visitar o Sirkehane, que permite conhecer não apenas o legado levantino, mas também a cultura popular da Anatólia e dos Bálcãs.
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Aşık Veysel Rekreasyon Alanı

Área de Lazer Aşık Veysel.

~1 h aqui
Bornova / İzmir

O último ponto do percurso não é uma atração arquitetônica, mas sim um espaço para respirar. O Parque de Lazer Aşık Veysel é um parque com 231 mil metros quadrados; a sua construção começou em 2008 e foi inaugurado pela Prefeitura Metropolitana de Izmir em 25 de setembro de 2010, tornando-se desde então a maior área verde de Bornova. O parque recebeu o nome do poeta popular Aşık Veysel; o verdadeiro nome dele era Veysel Şatıroğlu, e ele nasceu em 1894 na aldeia de Sivrialan, no distrito de Şarkışla, em Sivas. Aos sete anos, contraiu varíola e perdeu a visão em ambos os olhos. Inicialmente, tocou músicas de outros poetas no alaúde que seu pai lhe deu para se distrair. Em 1930, começou a ganhar reconhecimento em uma noite de poetas organizada por Ahmet Kutsi Tecer em Sivas, e por um período, lecionou música em Escolas Rurais. Algumas de suas obras mais conhecidas são "Uzun İnce Bir Yoldayım", "Dostlar Beni Hatırlasın" e "Kara Toprak". O ano de 900, que marcou o 2023º aniversário de sua morte, foi celebrado como o "Ano de Aşık Veysel" na Turquia. Após as altas paredes das residências, a paisagem se abre repentinamente aqui. Ao entrar pelo portão principal do parque, siga o caminho a pé e, após cerca de 1.500 metros, você chegará a um lago artificial. Os degraus ao redor do lago são o melhor lugar para sentar no parque; à tarde, a luz do sol reflete na água, proporcionando um cenário perfeito para fotografias. Após o lago, caminhe em direção ao sul do parque, onde se encontram o Pavilhão de Desportos no Gelo com 12 mil metros quadrados e uma piscina semi-olímpica. A piscina, inaugurada em 2019 e concluída em 2021, é a mais recente grande adição ao parque; ambos os espaços são cobertos e as informações sobre horários de funcionamento e condições de uso podem ser encontradas no site da prefeitura. Próximo a eles, estão os campos desportivos: três campos de basquete, duas quadras de tênis e um mini campo de futebol. Se você tiver uma bola, pode ser necessário esperar para usá-los. Existem três áreas de recreação infantil espalhadas por diferentes partes do parque; se você estiver com crianças, escolha a mais próxima do lago. No lado norte do parque, encontra-se o maior teatro ao ar livre de Izmir; o anfiteatro com capacidade para 5.000 pessoas foi renovado no verão de 2026, com novos assentos, cobertura do palco e paisagismo ao redor, e todos os 5.200 assentos foram substituídos. O palco, administrado pela İzmir Kültür AŞ, oferece um calendário de concertos durante todo o verão; em 2026, um programa com 85 noites foi planejado até o início de novembro. Durante a renovação, a cobertura do palco foi reparada, os bares e os sanitários foram reformados e, pela primeira vez nesta temporada, foram criadas áreas separadas para alimentação e bebidas. Os livros da İzmir Kent Kitaplığı Yayınları também estão disponíveis para os visitantes; se você chegar cedo, pode dar uma olhada neles antes Para quem chega de carro, há um estacionamento no parque, mas como a rota é acessível de metrô, você provavelmente não precisará dele. Ao final do dia, volte para os degraus do anfiteatro, onde poderá tirar a última foto do dia, com o lago e as árvores ao fundo. Para retornar, saia pelo portão sul do parque e caminhe até a estação de metrô de Bornova. A partir daí, você pode seguir pela linha M1 até Konak e Üçyol.

Fontes: Wikipédia, Área de Recreação Aşık Veysel; Wikipédia, Aşık Veysel; Karar, reforma do teatro ao ar livre.

O Parque de Lazer Aşık Veysel é um grande parque urbano localizado no centro de Bornova, ao longo do rio Bornova. O parque, que recebeu o nome do famoso poeta popular Aşık Veysel, ocupa uma área de aproximadamente 231.000 metros quadrados. Sua construção começou em 2008 e foi inaugurado em setembro de 2010 pela Prefeitura Metropolitana de Izmir. Uma tese de mestrado da Universidade de Ege analisa o parque como um exemplo de projetos de lazer que revitalizam áreas ribeirinhas de rios poluídos ou canalizados, reintegrando-as à cidade. Um artigo de opinião que acompanhou a inauguração também mencionou uma escultura que retrata o corpo do poeta como uma árvore. A estrutura mais conhecida do parque é o teatro ao ar livre. Na inauguração, foi apresentado como o maior teatro ao ar livre de Izmir, com capacidade para cinco mil pessoas. Em 2026, a İzmir Kültür AŞ realizou uma reforma completa no teatro, substituindo todos os cinco mil e duzentos assentos, reparando o telhado do palco e plantando novas árvores ao redor do palco. O teatro recebe concertos e eventos culturais durante todo o verão; para a temporada de 2026, foi anunciado um calendário de concertos com oitenta e cinco apresentações, e os eventos estavam programados para continuar até o final de novembro, dependendo das condições climáticas. Se você for a um concerto à noite, verifique o site da organização para obter informações sobre o programa e os ingressos. O parque também abriga um pavilhão de esportes no gelo com 12.000 metros quadrados. O pavilhão, com dimensões olímpicas, foi inaugurado na mesma época que o parque e foi projetado para patinação no gelo e hóquei no gelo. O pavilhão possui aproximadamente mil setecentos e cinquenta lugares, além de vestiários e salas para treinadores. Desde a sua inauguração, o pavilhão é conhecido por seus programas especiais de patinação no gelo para jovens com deficiência física, autismo e síndrome de Down. No final da temporada de inverno, o gelo é removido e substituído por um piso de madeira, permitindo que o pavilhão seja usado para outros esportes, como patinação em linha, durante os meses de verão. Essa transformação adiciona aproximadamente oitocentos metros quadrados de área esportiva adicional à cidade durante o verão. O pavilhão possui uma pista de gelo e uma quadra de hóquei no subsolo, arquibancadas e bilheterias no andar térreo e um café e salas de exposição no primeiro andar. Ao ar livre, há um lago artificial de mil e quinhentos metros quadrados, três quadras de basquete, duas quadras de tênis e um campo de futebol de pequeno porte. Áreas de recreação infantil, caminhos para caminhada, áreas de descanso e uma ciclovia de um quilômetro e meio fazem parte do cotidiano do parque. Uma piscina semi-olímpica, cuja construção começou em outubro de 2019, foi inaugurada em junho de 2021. A prefeitura também abriu uma estação esportiva no centro do parque, onde materiais esportivos são emprestados gratuitamente mediante apresentação de documento de identificação, abrangendo quatorze modalidades, como futebol, vôlei, tênis, tênis de mesa, xadrez e ioga. O parque oferece acesso gratuito à internet sem fio em toda a área. Durante a reforma de 2026, Ao subir os degraus do teatro, você terá uma vista panorâmica do lago, da área arborizada e das colinas que cercam Bornova ao longe. A ciclovia acompanha a margem do rio, tornando o local ideal para caminhadas e corridas pela manhã ou à tarde. No verão, a sombra é limitada, por isso é mais agradável permanecer nas áreas arborizadas durante as horas mais quentes. Às noites de concerto, o parque fica mais movimentado, o tráfego nas ruas ao redor aumenta e é recomendável utilizar o transporte público. O parque está próximo ao centro do distrito de Bornova e às mansões da Avenida Mustafa Kemal; é possível chegar à Mansão Paterson em poucos minutos a pé. A estação Bornova da linha M1 do metrô de Izmir e os ônibus ESHOT que passam pelo centro do distrito podem ser utilizados para chegar ao parque. O parque também possui um estacionamento, mas ele se enche rapidamente durante os eventos. Depois de visitar os museus no campus da Universidade do Ege, passar o dia aqui é uma maneira agradável de fazer a transição da história de Bornova para a vida cotidiana.

Mapa da rota

Info da rota
CidadeBornova, İzmir
TipoCultural
Paragem5
Data15 de outubro de 2026
Radar TürkiyeAutorRadar TürkiyeIniciar rota