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Do Castelo de Erzurum a Taşhan: Erzurum Seljúcida e Otomana.
Cultural4 Paragem

Do Castelo de Erzurum a Taşhan: Erzurum Seljúcida e Otomana.

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O centro histórico de Erzurum se concentra em uma área de poucos metros quadrados. A cidadela, localizada no topo da colina que domina a cidade, a Madrasa das Duas Torres, situada na base sudeste da cidadela, a Madrasa de Yakutiye, localizada na Avenida Cumhuriyet, e o Taşhan, situado a noroeste da cidadela, representam quatro camadas distintas de uma história que se estende por cerca de mil e quinhentos anos. Este percurso permite explorar essas camadas a pé, com quatro paradas e em ordem cronológica. Comece pela cidadela. Fontes indicam que a cidadela foi construída no início do século V, durante o período bizantino. No século XII, os Saltuklilar adicionaram uma torre de observação e uma pequena mesquita ao complexo. Essa torre, hoje conhecida como Torre do Relógio ou Torre do Prato, é um dos símbolos da cidade. Ao descer da cidadela, você chegará à Madrasa das Duas Torres, no bairro de Tebrizkapı. Esta madraça seljúcida, que não possui inscrições, é geralmente considerada ter sido construída no final do século XIII e é o maior exemplo de madraças com pátio aberto na Anatólia. De lá, siga para o oeste, caminhando pela Avenida Cumhuriyet, até a Madrasa de Yakutiye, construída em 1310, durante o período Ilkhanato, de acordo com sua inscrição; atualmente, o edifício abriga o Museu de Arte e Etnografia Turco-Islâmico. A última parada é o Taşhan, construído em meados do século XVI em homenagem a Rüstem Paşa e que hoje abriga os ateliês dos artesãos de Oltu. A ordem do percurso foi cuidadosamente planejada. A cidadela representa a camada mais antiga da cidade e seu local de fundação. As duas madraças ilustram, através de seus detalhes em pedra, que Erzurum foi um importante centro educacional e artístico durante os períodos seljúcida e ilkhanato; observar as duas em sequência permite compreender a diferença entre um pátio aberto e um pátio fechado. O Taşhan, por sua vez, é um vestígio do comércio de caravanas entre o Oriente e o Ocidente durante o período otomano e ainda hoje funciona como um mercado. Assim, ao caminhar, você também viaja no tempo. O percurso total não ultrapassa um quilômetro e meio, mas a subida até a cidadela é curta e íngreme. Erzurum é uma cidade alta e os invernos são longos, rigorosos e com muita neve; de novembro a março, as calçadas podem ficar cobertas de gelo, portanto, use sapatos com sola antiderrapante. Mesmo no verão, as manhãs podem ser frescas, então leve um casaco leve. A cidadela e a Madrasa de Yakutiye são atrações administradas pelo ministério, portanto, verifique as condições de entrada e os dias de fechamento em seus sites oficiais. Considere a possibilidade de haver restaurações ou exposições na Madrasa das Duas Torres. O Taşhan é um mercado, então é melhor começar o percurso pela manhã para chegar antes do fechamento ao entardecer. Não fornecemos informações sobre preços e horários aqui; verifique as informações mais recentes nos sites oficiais. Duração: 4-5 horas. Melhor época: de maio a outubro, comece pela manhã. No inverno, as calçadas podem ficar cobertas de gelo; verifique os horários de funcionamento atualizados da cidadela e dos muse Fontes:

Yakutiye, Erzurum
Cultural
4 Paragem
~3 h 30 min nos locais
A pé ~1,1 km · 18 min
Total ~3 h 48 min
19 de outubro de 2026

Paragens da rota

1
Erzurum Kalesi

Forte de Erzurum.

~1 h aqui
Tebriz Kapı semti, Cumhuriyet Caddesi yakını, Yakutiye / Erzurum

Subindo uma curta, mas íngreme, ladeira a partir do canto onde a Cumhuriyet Caddesi encontra o bairro de Tebrizkapı, você chega à fortaleza. Suba a ladeira sem pressa, pois a cidade está situada a uma altitude considerável e você pode sentir falta de ar nos primeiros momentos. Assumimos que você já verificou no site oficial se a fortaleza é um local administrado pelo ministério e se o seu cartão de museu é válido. Ao passar pelo portão, você se encontra no pátio interno da fortaleza; a parte que permanece de pé hoje é essa fortaleza interna. As muralhas de Erzurum, outrora, envolviam a cidade em três camadas, mas dos muros externos, restam apenas alguns trechos e os nomes dos portões. Os nomes de Tebriz Kapısı, Erzincan Kapısı e Gürcü Kapısı ainda são usados como nomes de bairros; ao seguir o seu roteiro, você caminhará em direção a Gürcükapı. As fontes atribuem a construção da fortaleza interna ao período bizantino; o Portal de Cultura menciona o ano 415 e o imperador Teodósio, enquanto a Wikipédia em inglês cita o ano 422. No pátio, comece explorando o interior das muralhas e conte as torres; um guia turístico local afirma que a fortaleza interna possui oito torres. Procure os restos de um antigo banho construído com tijolos no interior do pátio. Escavações regulares são realizadas na fortaleza desde o ano 2000, e essas escavações revelaram diversos locais, cerâmicas e pequenos artefatos. Respeite as linhas de proteção ao redor das áreas de escavação e não se aproxime das valas abertas. Em seguida, caminhe até a Tepsi Minare, localizada no canto sudeste do pátio. Esta torre, de acordo com o guia local, foi construída entre 1124 e 1132, durante o período Saltuklu, servindo tanto como torre de observação quanto como minarete da mesquita da fortaleza. Observe que o corpo da torre, erguido sobre uma base de pedra, é construído com tijolos e que uma faixa de escrita adorna a parte próxima ao terraço. Não se sabe ao certo quando o relógio foi adicionado à torre, mas a Wikipédia afirma que foi antes de 1843; o nome "Torre do Relógio" deriva dessa adição. O guia local menciona que é possível subir ao topo da torre por meio de degraus de madeira; pergunte aos funcionários na entrada se a subida está aberta naquele dia. Logo a leste da torre, encontra-se a pequena mesquita da fortaleza, com um minarete cônico; as fontes a consideram uma das estruturas turcas mais antigas de Erzurum. Não se esqueça de que, na fachada sul da fortaleza, também existe uma fonte com arco ogival e inscrição. De alguns pontos, é possível subir até o topo das muralhas e admirar a vista da cidade; ao sul, avista-se a encosta de Palandöken, e abaixo, os minaretes das madraças. A luz da manhã é ideal para fotografias, pois o sol nascente ilumina a face interna das muralhas. As pedras das partes da fortaleza que foram destruídas ao longo do tempo foram utilizadas na construção de fortificações ao redor da cidade no século XIX; portanto, as muralhas que você vê são parte de uma estrutura que também forneceu materiais para outras construções na cidade. A fortaleza foi restaurada em diversos períodos, Fonte: Portal Cultural, Fortaleza de Erzurum; Museus da Turquia, Fortaleza de Erzurum; Direção Provincial de Cultura e Turismo de Erzurum, Guia de Turismo; Enciclopédia Islâmica da Fundação Diyanet, Erzurum; Wikipédia, Minarete da Bandeja.

A Fortaleza de Erzurum, situada no centro histórico da cidade, ergue-se sobre uma colina e é considerada a estrutura mais antiga da cidade. De acordo com o Portal Cultural, a história da fortaleza remonta aos Urartianos, que dominaram a região, embora a data exata de sua construção inicial seja desconhecida. A fortaleza interna que existe hoje foi, segundo a maioria das fontes, construída no ano 415 pelo imperador bizantino Teodósio II. A Wikipédia em inglês indica o ano de 422, mas, apesar da pequena diferença, as fontes concordam que a estrutura data do século V. O nome original da cidade, Theodosiopolis, também é atribuído a este imperador, de acordo com a Enciclopédia Islâmica TDV. Originalmente, a fortaleza era um sistema de defesa composto por dois anéis. A fortaleza interna era o núcleo, onde se encontravam as tropas de guarda, enquanto a fortaleza externa cercava as ruas, becos e bairros onde vivia a população. A Enciclopédia Islâmica TDV relata que a cidade era protegida por três camadas de muralhas, e que atualmente restam apenas a fortaleza interna e alguns trechos das muralhas externas. Embora os portões da fortaleza externa tenham sido destruídos, seus nomes permanecem vivos: Portão de Tabriz, Portão de Erzincan, Portão Georgiano, Portão de Istambul e Portão Novo, que são usados hoje como nomes de bairros e ruas. A mesma enciclopédia também menciona que o sistema de ruas que circunda o centro de Erzurum segue o traçado desses antigos portões. A enciclopédia também relata que, no início do século XV, o embaixador espanhol Clavijo, que visitou a cidade a caminho do palácio de Timur, descreveu Erzurum como uma cidade cercada por muralhas com torres e uma fortaleza interna. O período de maior desenvolvimento da cidade ocorreu durante as campanhas do sultão Solimão, o Magnífico, contra a Pérsia. De acordo com o guia turístico do Ministério da Cultura e Turismo, a fortaleza interna possui oito torres. Em seu pátio, encontram-se um antigo banho construído em tijolo e espaços em formato de sala. A Enciclopédia Islâmica TDV indica que, durante o período otomano, a fortaleza interna abrigava o palácio do paşa, o tribunal e a prisão. A Wikipédia em inglês também registra que a fortaleza foi utilizada pelas unidades de janízaros durante o período otomano. A fortaleza foi restaurada diversas vezes durante os períodos Saltuk, Seljuk e Otomano, sendo as maiores restaurações realizadas nos séculos XVI, durante o reinado de Solimão, o Magnífico, e no século XIX, durante o reinado de Mahmud II. O guia turístico também informa que as pedras das partes destruídas foram utilizadas na construção de fortificações ao redor da cidade no século XIX. A parte mais conhecida da fortaleza é o Minarete do Prato, que se eleva no canto sudeste do pátio. Conhecida popularmente como Torre do Relógio ou Torre Cortada, a estrutura foi construída entre 1124 e 1132 pelo governante Saltuk, Abu'l-Muzaffer Gazi, como torre de observação e minarete da mesquita da fortaleza. A base da torre é feita de pedra, enquanto o corpo é construído em tijolo. Posteriormente, foi adicionado um relógio no topo, e sabe-se que essa adição foi feita antes de 1843. De acordo com o site do ministério, as escavações revelaram diversos locais, cerâmicas e pequenos conjuntos de achados. Na fachada sul da fortaleza, também se encontra uma fonte com arcos pontiagudos e inscrições. Durante a visita, recomendamos entrar pela porta da cidadela, percorrer o pátio e, em seguida, caminhar ao longo das muralhas para apreciar a vista da cidade. A partir das muralhas, é possível ver, no mesmo campo de visão, os minaretes da Madrasa das Duas Torres, as encostas de Palandöken e os telhados da cidade antiga. Em uma manhã sem nuvens, a diferença de cor entre as montanhas cobertas de neve e as antigas estruturas de basalto é particularmente evidente. A fortaleza está localizada perto da interseção entre o bairro de Tebriz Kapı e a Avenida Cumhuriyet, e pode ser acessada a pé a partir do centro da cidade. Veículos de transporte público que partem de todas as partes da cidade também param no centro. A Madrasa das Duas Torres e os Três Túmulos estão a poucos minutos a pé, tornando a fortaleza um ponto de partida natural para explorar a cidade antiga. Como o chão do terreno e do pátio é de pedra, pode haver gelo no inverno, por isso, usar sapatos antiderrapantes facilitará a sua visita. Como os dias e horários de visita podem variar, verifique as informações mais recentes no site do museu do Ministério da Cultura e Turismo antes de ir.
2

Madraça das Duas Torres.

~45 min aqui

Aproxime-se da madraça a partir da encosta sudeste da fortaleza, no bairro de Tebrizkapı. Antes de entrar, atravesse a rua e observe a fachada voltada para o norte. As duas minaretes que dão nome à construção erguem-se de ambos os lados do portal principal; o Portal da Cultura indica que ambas têm vinte e seis metros de altura. Examine de perto os fragmentos esmaltados em turquesa nas paredes de tijolo das minaretes e os detalhes decorativos dos seus pináculos. Em seguida, direcione o seu olhar para as laterais do portal principal. No painel do lado oeste, encontra-se uma águia de duas cabeças, duas serpentes com a boca aberta e uma árvore da vida composta por folhas. No painel simétrico do lado leste, não há representações de folhas nem de águia; tente identificar essa diferença por si mesmo. O guia turístico local também destaca que os dois lados não são iguais, sendo um mais simples e o outro muito mais elaborado. Os motivos mais utilizados nas decorações são os de palmeta e rumi; observar como estes se interligam é uma das formas mais fáceis de compreender a arte da pedra da época seljúcida. A data exata de construção da madraça é incerta, pois a estrutura não possui uma inscrição com essa informação. O Portal da Cultura e a Enciclopédia Islâmica TDV geralmente indicam o final do século XIII, enquanto a Wikipédia menciona o ano de 1253, demonstrando a divergência nas fontes. O nome "Madraça Hatuniye" deriva da crença de que a construção pode ter sido encomendada pela Hundi Hatun, filha de um sultão seljúcida, ou pela Padişah Hatun, da dinastia ilkhan. Ao passar pelo portal principal, você entra em um pátio aberto, que é cercado por arcadas em todos os lados. A construção é de dois andares e possui quatro *eyvans* (vãos abobadados), sendo um dos exemplos mais importantes do grupo de madraças com pátio aberto. Observe que a maioria das colunas nas arcadas são cilíndricas, enquanto algumas têm corpos octogonais. De ambos os lados do pátio, encontram-se os quartos dos estudantes e professores; há dezenove quartos no andar térreo e dezoito no andar superior. De acordo com a Wikipédia, o andar superior está dividido em quatro grupos distintos, e é necessário descer para o andar térreo para se deslocar de um grupo para outro. O espaço quadrado localizado a oeste da entrada foi usado como mesquita, segundo as fontes. No lado sul do pátio, ergue-se um *kümbet* (túmulo) com doze lados, que se conecta ao *eyvan* principal; ele é coberto externamente por uma cúpula e internamente por outra cúpula, e o Portal da Cultura o considera o maior exemplo entre seus contemporâneos na Anatólia. A construção foi restaurada durante o período otomano pelo sultão Murad IV e, por um tempo, foi utilizada para fins militares. Entre 1942 e 1967, a madraça funcionou como o Museu de Erzurum, e atualmente é utilizada tanto como museu quanto como sala de exposições; pergunte na entrada sobre as exposições em exibição durante a sua visita. A madraça, juntamente com as madraças seljúcidas de Sivas, Konya, Kayseri e Kırşehir, foi inclu

No centro de Erzurum, encontra-se uma escola religiosa do século XIII, reconhecida por suas duas minaretes de tijolo. Os relevos da árvore da vida e da águia de duas cabeças no portal são exemplos notáveis da decoração em pedra do período Seljúcida.
3

Madraça de Yakutiye.

~1 h aqui

Enquanto caminha pela Avenida Cumhuriyet em direção ao oeste, você poderá avistar, à distância, a única minarete da Madrasa de Yakutiye. Pare um pouco na ampla praça em frente à madraça e observe a estrutura como um todo. De acordo com a inscrição, a madraça foi construída em 1310, durante o reinado do sultão Olcaytu, da dinastia Ilkhanato, e foi encomendada por Hoca Cemaleddin Yakuti em nome de Gazan Khan e Bolugan Hatun. O Portal Cultural a descreve como a maior madraça com pátio interno da Anatólia. Comparar esta estrutura com a Madrasa de Çifte Minare, que você viu anteriormente, é uma das principais atrações do passeio. Primeiro, aproxime-se do portal principal, que se projeta para a frente. Nas nichos nas laterais do portal, procure folhas de palmeira esculpidas, dois leopardos e uma águia. As fontes interpretam essa composição como uma "árvore da vida" e afirmam que ela reúne símbolos dos turcos da Ásia Central. Cada superfície do portal, com sua abóbada baixa, é coberta por esculturas, então reserve alguns minutos para apreciar os detalhes. Em seguida, observe a minarete no canto. O corpo da minarete apresenta decorações geométricas feitas com tijolos esmaltados e não esmaltados; a Wikipédia afirma que as peças esmaltadas são de cor turquesa e roxa. Apenas a base da torre no outro canto permanece, coberta por um pináculo cônico; acredita-se que essa minarete foi muito antiga ou nunca foi construída. Ao entrar, observe o plano com quatro "eyvans" (arcos) e a cúpula com "muqarnas" que cobre o pátio. A luz que entra pela abertura no centro da cúpula demonstra como as madraças com pátio interno eram iluminadas. De cada lado do pátio, há seis quartos dispostos em fileiras, e a decoração da entrada de cada quarto é diferente; as fontes afirmam que isso era determinado pela classe e pelo nível dos quartos. Tente encontrar a placa de mármore no arco do lado sul, que lista os nomes dos seis vilarejos doados à madraça. Durante o período otomano, a madraça foi usada como fundição e, a partir do final do século XIX, como depósito militar. Foi restaurada várias vezes durante o período da República; o Portal Cultural menciona que uma das restaurações foi realizada na década de 1990. Atualmente, o edifício abriga o Museu de Arte e Etnografia Turco-Islâmica. Nos vitrines dos quartos, procure pulseiras de ágata, um conjunto de escrita em madeira com incrustações de madrepérola e um conjunto de jarros de estanho esmaltado. O Portal Cultural destaca que a única representação conhecida na Anatólia de um homem sentado tocando um tambor em um animal esmaltado de cor verde está neste museu. A Madrasa de Yakutiye também foi incluída na Lista Indicativa do Patrimônio Mundial da UNESCO, sob o título "Madraças do Sultanato Seljúcida da Anatólia", em 2014. Verifique o site oficial para saber os dias em que o museu está fechado e as condições de visita atuais. Ao sair, vire-se para o norte e caminhe em direção à Rua Menderes; o Taşhan fica a alguns metros de distância.

A escola religiosa, construída em 1310, atualmente abriga o Museu de Arte e Etnografia Turco-Islâmica. É uma construção projetada para resistir aos rigorosos invernos de Erzurum, com suas paredes grossas e pátio coberto por uma única cúpula.
4
Rüstem Paşa Kervansarayı (Taşhan)

Kervansarayı de Rüstem Paşa (ou "Kervansarayı de Pedra de Rüstem Paşa").

~45 min aqui
Menderes Caddesi, Fevziye Mahallesi, Yakutiye / Erzurum

O Taşhan está localizado na Menderes Caddesi, aos pés do lado noroeste da fortaleza. A entrada principal, voltada para o oeste, foi ligeiramente projetada durante a restauração de 1965, e acima da profunda entrada abobadada, há um espaço reservado para o administrador do caravansará. Observe a inscrição acima da entrada. De acordo com o Portal Cultural, a estrutura era chamada de "ribat", um tipo de posto avançado, devido a Erzurum ser, naquela época, uma cidade fronteiriça. As fontes divergem quanto à data de construção: o Portal Cultural e a Wikipédia em inglês indicam 1561, enquanto a Enciclopédia Islâmica TDV estima um período entre 1544 e 1561, com base no nome Rüstem Paşa mencionado na inscrição. O guia turístico da província indica que a data exata é desconhecida devido ao desgaste da inscrição. Ao entrar no pátio, observe como as arcadas de pedra circundam um pátio retangular. Atrás das arcadas, há uma série de salas cobertas por abóbadas com arcos ogivais; as fontes indicam que há entre trinta e trinta e duas salas no andar térreo. No centro da arcada norte, há um profundo nicho que interrompe o fluxo da arcada; observe-o do centro do pátio. De acordo com a TDV, a estrutura passou por uma reforma significativa na década de 1960, e a parte adjacente à parede norte foi reconstruída desde as fundações. O andar superior é acessado por uma porta separada, localizada ao sul do arco principal. No andar superior, há um corredor que circunda toda a estrutura, e em ambos os lados do corredor, há nichos com arcos ogivais que foram fechados e transformados em lojas. Você pode contar as cúpulas nos cantos e no centro das laterais olhando para cima a partir do corredor. É conhecido que o caravansará originalmente também continha áreas para um refeitório, mesquita, área de descanso, lojas e alojamento para animais, mas algumas dessas áreas não sobreviveram até os dias atuais. Atualmente, a estrutura abriga oficinas e lojas de pedras de Oltu. Você pode observar os artesãos trabalhando a pedra de Oltu preta, moldando-a e polindo-a; peça permissão para observar de perto. Os itens mais produzidos são rosários, anéis e colares. A pedra de Oltu, também conhecida como âmbar preto, é extraída de pequenas minas na região de Oltu, no nordeste da província, e foi registrada em 2015 com um selo de autenticidade. Se você quiser comprar um item, visite algumas oficinas, compare o trabalho e pergunte ao vendedor se o produto é feito de pedra de Oltu. As arcadas do pátio oferecem um espaço de caminhada protegido, que pode ser usado mesmo em dias de chuva ou neve, tornando-o um ponto de parada agradável durante todo o ano. Do outro lado do caravansará, encontra-se o histórico Hamam Boyahane, cujo nome deriva da grande concentração de pessoas que trabalham com tintas na área. Depois de concluir sua visita aqui, você pode retornar à Cumhuriyet Caddesi com uma curta caminhada em direção a Gürcükapı.

Fontes: Portal Cultural, Caravansará de Rüstem Paşa (Taşhan); Enciclopédia Islâmica TDV, Erzurum; Diretoria de Cultura e Turismo da Província de Erzurum,

O Rüstem Paşa Caravançarai, em Erzurum, é um edifício otomano de dois andares construído em pedra, conhecido localmente como "Taşhan". Localizado no distrito de Yakutiye, na rua Menderes, próximo ao sopé da fortaleza, o edifício é mencionado no Portal Cultural e na Wikipédia em inglês como tendo sido construído em 1561 por Rüstem Paşa, grão-mestre de Solimão, o Magnífico. A Enciclopédia Islâmica TDV, por outro lado, observa que a inscrição na entrada está incompleta, levando a estimativas de que a construção ocorreu entre 1544 e 1561. O guia turístico do Ministério da Cultura e Turismo também registra que a data exata de construção é desconhecida devido ao desgaste da inscrição. Popularmente, o edifício também é conhecido como "Rüstem Paşa Bedesteni". A inscrição acima da entrada, voltada para o oeste, menciona o termo "ribat", que se refere a um tipo de estrutura defensiva usada para abrigar tropas e animais nas fronteiras. De acordo com o Portal Cultural, na época, Erzurum era uma cidade fronteiriça, e o caravançarai funcionava como um posto avançado, abrigando cerca de quarenta ou cinquenta soldados. Com a expansão gradual das fronteiras otomanas em direção a Tiflis e ao Mar Cáspio, o caravançarai passou a ter funções de hospedagem, abrigo, estábul e local de comércio. As fontes indicam que, em algum momento, o caravançarai abrigava um refeitório, uma mesquita, áreas de descanso, lojas para comerciantes e espaços para animais como camelos, cavalos, bois e búfalos, embora alguns desses elementos não tenham sobrevivido até os dias atuais. O caravançarai é composto por uma série de quartos dispostos ao redor de um pátio retangular. A entrada para o pátio é feita por duas portas em arco ogival, localizadas nas direções leste e oeste. O Portal Cultural indica que existem 32 quartos no andar térreo, enquanto a Enciclopédia Islâmica TDV menciona 31. Um pórtico, sustentado por pilares retangulares, circunda o pátio, e os quartos estão dispostos atrás desse pórtico, sob arcos ogivais. No centro do pórtico norte, destaca-se um profundo vão que interrompe o fluxo do pórtico. No andar superior, existem nichos em arco ogival em ambos os lados de um corredor que circunda o edifício. Esses nichos foram posteriormente fechados e transformados em lojas. De acordo com a Enciclopédia Islâmica TDV, a função original dos espaços no andar superior não pôde ser determinada com precisão. O edifício passou por uma restauração significativa na década de 1960, com trabalhos datados de 1965. Durante essa reforma, a parte adjacente à parede norte foi reconstruída desde a fundação, a fachada oeste foi ligeiramente avançada e um quarto foi deixado acima da entrada, presumivelmente para o administrador do caravançarai. Também se relata que as janelas do andar superior foram posteriormente modificadas para terem formato quadrado e que algumas aberturas foram fechadas. Do lado de fora, o detalhe mais interessante é a série de chaminés de pedra que se elevam acima do telhado. Essas chaminés revelam a disposição dos quartos, cada uma aquecendo um fogão. Atualmente, o Taşhan é um centro de produção e Ao entrar no pátio, sugerimos que observe primeiro os trabalhos em pedra das arcadas e, em seguida, como a pedra é trabalhada nas oficinas. O nome "Oltu" para este tipo de pedra foi registrado como uma Indicação Geográfica pela Turkish Patent and Trademark Office. É possível acompanhar o processo, desde a extração da pedra na mina até sua transformação nas oficinas de Erzurum, mesmo dentro do próprio distrito de Oltu. O complexo está localizado no antigo tecido comercial, entre a fortaleza e o bairro de Gürcü Kapı. Pode ser acessado caminhando pela Cumhuriyet Caddesi ou pela direção de Gürcü Kapı, e também por meio de transporte público que para no centro da cidade. Fazer uma pausa aqui ao final de uma caminhada vinda da fortaleza é a maneira mais natural de completar a visita ao centro histórico. Os horários de funcionamento das lojas variam de acordo com os comerciantes. Nos horários de maior movimento, o pátio e as arcadas podem parecer apertados; as primeiras horas da manhã são mais adequadas para apreciar a arquitetura do local com mais tranquilidade.

Mapa da rota

Info da rota
CidadeYakutiye, Erzurum
TipoCultural
Paragem4
Data19 de outubro de 2026
Radar TürkiyeAutorRadar TürkiyeIniciar rota